sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Tucano aposentado curte férias no Ceará

O Coronel Tasso Jereissati curte suas fárias no Ceará.

PROJETO BOLSA FORMAÇÃO SOFRE NOVAS ALTERAÇÕES.

Por Soldado Glaucia

O Diário Oficial da União do último dia 24 de fevereiro do corrente ano trouxe publicado um novo Decreto revogando alguns pontos sobre o Projeto Bolsa Formação.

O Decreto nº 7.443, de 23 de fevereiro de 2011, prevê a restituição do valor pelo Estados à União dos valores correspondentes às bolsas concedidas aos profissionais caso haja o cancelamento do por reprovação ou abandono do aluno no curso que o habilitou ao recebimento do benefício, por motivo de apresentação informações ou documentos falsos, por solicitação de exclusão do aluno, além de outras previsões do artigo 9º do mesmo Decreto.
Além disso, uma alteração no Projeto Bolsa Formação preocupa os profissionais de segurança pública que recebem o benefício. O novo Decreto institui que, para o cálculo da remuneração mensal bruta para o recebimento do benefício, que é de R$ 1,7 mil, serão consideradas as vantagens de natureza indenizatória e excluídos apenas os valores referentes à gratificação natalina e férias. Pelo Decreto anterior (Decreto nº 6.490/2008) eram excluídas as indenizações para o cálculo da remuneração mensal bruta do profissional, como a ajuda de custo, diárias, transporte e auxílio-moradia.

Contudo, o Decreto publicado ontem no Diário Oficial prejudicará muitos profissionais, uma vez que os mesmos já inseriram o benefício no seu orçamento mensal.
As novas diretrizes para participação do Projeto Bolsa Formação surpreendeu muitos policiais, que já não estavam satisfeitos com a última reformulação do Projeto ocorrida no início do ano.

O Blog entrou em contato com a Gestão Estadual do Projeto e a mesma nos informou que ainda não tinha conhecimento do novo Decreto, uma vez que fora publicado no DOU de ontem (24). A Gestão se comprometeu em analisar o Decreto nº 7.443/2011 para depois dá um parecer sobre a situação dos policiais norte-riograndenses.


Matéria criada pela Sd Glaucia.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Governo sanciona aumento de 61% para salário dos deputados estaduais

O salário dos deputados estaduais do Rio Grande do Norte passa a ser de R$ 20.043,68. O aumento foi publicado no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (24) de acordo com artigo da Lei 9.430, de 20 de dezembro de 2010.
A nova remuneração passa a vigorar a partir da publicação. O salário dos deputados estaduais vai passar dos atuais R$ 12.384,06 para R$ 20.043,68, representando de acordo com o Ministério Público, um impacto de mais de R$ 8 milhões para atender aos 24 deputados durante essa legislatura.

A lei aprovada e sancionada prevê que o aumento dado aos parlamentares estaduais deve ser de 75% do valor estabelecido para os federais. O MPRN ingressou com uma Ação Civil Pública (ACP) no início de fevereiro para vetar a vinculação do reajuste dos parlamentares estaduais.
O entendimento dos promotores é que o dispositivo usado para conceder o aumento salarial seria inconstitucional.

Novo mínimo de R$ 545 só deve cair na conta em abril

Aposentados e pensionistas que ganham até 1 salário recebem no final do mês que vem
Giselli Souza, do R7
 
O novo salário mínimo de R$ 545 aprovado nesta quarta-feira (23) só vai entrar em vigor a partir de 1º de março, mas o trabalhador só deve sentir a mudança no bolso na folha de pagamento de abril – quando as empresas vão pagar o salário com o novo aumento.
O reajuste não pode ser retroativo porque as empresas seriam prejudicadas, assim como a Previdência, que teriam que desembolsar a diferença dos R$ 5 nas folhas de janeiro, fevereiro e março do trabalhador.

Um dos exemplos levantados é o de funcionários já demitidos. Neste caso, haveria um questionamento se eles não teriam de ser procurados para receber a grana a mais.
 
Os aposentados e pensionistas que ganham até um salário mínimo vão receber a diferença primeiro. O pagamento é feito com base no final do cartão, de 1 a 6, e começa a ser feito nos últimos cinco dias úteis do mês de março.
 
Esse contingente representa a maior parte dos beneficiários da Previdência, cerca de 70%, que equivale em números a 19,3 milhões de beneficiários diretos.
 
A partir do dia 1º de abril, a Previdência começa a depositar os benefícios para quem ganha acima de um salário mínimo, também de acordo com o final do cartão.
 
O pagamento de atrasados – diferença nos valores do benefício depois do reajuste – só foi feito quando o governo aprovou o reajuste da aposentadoria em agosto do ano passado.
 
Dos quase 63 milhões de trabalhadores com carteira assinada, cerca de 22 milhões ganham um salário mínimo no Brasil, além de número quase igual de aposentados que recebem pensões pelo INSS. Segundo cálculos das centrais sindicais, com esse reajuste devem ser injetados inicialmente R$ 18 bilhões a mais na economia.
 
Além disso, como também houve reajuste no abono salarial e no seguro desemprego, que se encontra no valor médio de R$ 632,40, o valor total de dinheiro extra despejado na economia deve subir para R$ 40 bilhões.

“ME SENTI VIOLADA, UM LIXO”, DIZ ESCRIVÃ QUE FOI OBRIGADA A FICAR NUA EM REVISTA POLICIAL

A escrivã de polícia que foi despida à força em uma revista feita por delegados da Corregedoria da Polícia Civil disse ter se sentido “violada” como mulher. A policial, que não quis se identificar, afirmou que ficou nua em frente de cerca de seis homens e duas mulheres “totalmente estranhos”. O caso aconteceu em 2009, na zona sul de São Paulo, e um vídeo com as imagens do abuso foi divulgado na internet na última semana.

- Eu pedi ajuda, mas alguns minutos antes de tirarem a minha roupa, aquele delegado [que aparece no vídeo] tirou o meu delegado da sala. Como profissional, me senti desrespeitada pelos próprios colegas. Como mulher me senti violada, um lixo.

A vítima resistiu em tirar a roupa na frente de policiais homens e o delegado responsável teria dito que chamaria agentes femininas, mas que teria que acompanhar a revista. A acusada negou-se e acabou sendo revistada à força por policiais homens, que descobriram R$ 200 na calcinha dela.

Ela contou que tudo aconteceu dentro do distrito onde trabalhava, em Parelheiros, e que as agressões continuaram depois da revista.

- Me deram um mata-leão e me arrastaram algemada para dentro de uma viatura.

A escrivã disse ainda não ter ideia de quem divulgou as imagens na internet e afirma esperar por justiça.

O secretário de Segurança Pública determinou a saída dos delegados Eduardo Henrique de Carvalho Filho e Gustavo Henrique Gonçalves, envolvidos na operação, e o Ministério Público de São Paulo apura a ocorrência de abuso por parte dos policiais.
 
 
EM DEPOIMENTOS, OS DELEGADOS DERAM VERSÕES DIFERENTES

Para o delegado Eduardo Henrique de Carvalho Filho, a revista foi feita por uma policial militar feminina. Ele não menciona a própria participação. Já para o delegado Gustavo Henrique Gonçalves, a acusada não admitia ser revistada. A busca foi feita por policiais femininas por dentro de sua calça. Houve necessidade de algemar a escrivã, que tentava impedir a revista.

Já o investigador Daniel de Rezende Baldi, que gravou as imagens exibidas em primeira mão pela Band, afirma que não presenciou qualquer tipo de agressão. Outro investigador, que estava na sala, Guilherme Amado Nóbile, disse que a minuciosa revista pela parte interna das vestes foi feita por uma policial militar feminina.

Em depoimentos, os policiais deram versões diferentes daquela mostrada pelos vídeos. A escrivã não se recusa a ser revistada, e pede, nada menos do que 20 vezes, que a busca seja feita por uma mulher.

Sem que tenha agredido ninguém, ela foi algemada e teve a calça e a calcinha arrancadas por três pessoas. Entre elas, o delegado Eduardo Henrique.

Em 2009, o secretário de segurança pública de São Paulo, Antônio Ferreira Pinto, tomou conhecimento do vídeo da Corregedoria, e só abriu processo administrativo contra os policiais, após ser provocado pelo Ministério Público. Meses depois, a sindicância foi arquivada com o aval do próprio secretário.

A escrivã, que foi expulsa da polícia, ainda responde a processo por corrupção.

Fonte: BAND

LOCAVEL RECOLHE VIATURAS DA POLÍCIA

As viaturas das polícias Civil e Militar do Rio Grande do Norte que foram adquiridas por contrato de locação com a empresa pernambucana Locação de Veículos e Serviços Ltda (LOCAVEL) começaram a ser recolhidas desde ontem por falta de pagamento. O Governo do Estado está devendo R$ 3 milhões de reais pelo aluguel de 340 viaturas. Só ontem, cerca de 20 carros já estavam recolhidos. São dois contratos diferentes de locação que estão atrasados há cinco e oito meses.

De acordo com o gerente de transportes da Locavel no Rio Grande do Norte, Wagner Douglas, a decisão de reter as viaturas alugadas vinha sendo anunciada para o Governo do RN há vários meses. “Nós tentamos, por várias vezes, tentar resolver o problema de outra maneira, mas não conseguimos. Eles (representantes do Governo) nos davam previsões de pagamento, mas não era cumprido e chegamos a esse quadro delicado. São cerca de R$ 3 milhões em atraso. Nós ficamos numa situação muito delicada e essa foi a única saída que encontramos para essa questão”, justifica Wagner.

O contrato com a empresa foi firmado em 2009, apontado pelo Governo do Estado, na época chefiado por Wilma de Faria, como a solução para a falta de viaturas e o problema na manutenção dos veículos. De acordo com Wagner, são dois contratos diferentes – ele não especifica os termos de cada um –, sendo que um está atrasado há cerca de seis meses e outro há oito meses, totalizando um rombo de R$ 3 milhões. Caso os veículos continuem circulando, o prejuízo da empresa seria maior ainda, já que ela tem que prestar serviço de manutenção aos 340 automóveis.

Wagner Douglas não quis detalhar quantas viaturas tinham sido retidas até ontem, mas segundo uma fonte do DE FATO ligada à PM, mais de 15 veículos já tinham sido tirados de circulação na área da Grande Natal e outros seis só do Segundo Batalhão de Polícia Militar de Mossoró, que atende mais de 15 cidades da região Oeste. Wagner confirma, porém, que pelo menos 100 carros deverão ser recolhidos nos próximos dias. Ele adianta que já tem outros encontros marcados com membros do Governo do RN para tentar encontrar uma solução, mas até lá, não suspenderá a retenção.

Hoje, só no Segundo Batalhão de Polícia Militar de Mossoró, que atende mais de 15 cidades da região Oeste, a empresa Locavel é responsável pela manutenção de 29 viaturas tipo VW Gol, VW Parati, Fiat Pálio e Fiat Pálio Weekend. Caso o pagamento não seja efetuado, a previsão é que todos esses veículos, assim como no restante do Estado, sejam retidos pela empresa nos próximos dias. Com isso, a segurança do Rio Grande do Norte seria feita somente pelas viaturas que hoje fazem parte dos quadros do Governo, como os carros tipo GM Blazer que foram comprados recentemente.

Mudança na administração teve início no ano de 2008

A então governadora Wilma de Faria (PSB) anunciou no fim de 2008 a mudança na administração das viaturas das polícias Civil e Militar do Rio Grande do Norte. A empresa pernambucana Locação de Veículos e Serviços Ltda ganhou a licitação e alugou as viaturas ao governo, que agora não tinha mais responsabilidade direta na manutenção dos veículos. No contrato, estava previsto que os veículos avariados deveriam ser substituídos em até 24 horas, caso não houvesse como fazer os reparos dentro desse período.

O contrato de locação previa, ainda, que a empresa ficaria obrigada a manter um estoque de carros-reserva de 10% da frota para a troca imediata das viaturas danificadas em uso.

Segundo nota divulgada pela assessoria de imprensa do governo na época que o projeto foi lançado, os motores dos carros têm potência entre 1.6 e 1.8, e já sairão adaptados para o trabalho policial incluindo, inclusive, sistema GPS (Global Positioning System). Esse novo sistema de radionavegação é baseado em satélites que permite ao usuário saber sua localização, velocidade e tempo, 24h por dia, sob quaisquer condições atmosféricas e em qualquer ponto do planeta.

Porém, com o não pagamento do contrato, a empresa foi, aos poucos, deixando de cumprir suas obrigações, como a manutenção dos veículos, que aos poucos foram ficando encostados nas oficinas. Sem dinheiro, a empresa não tinha mais como manter os carros.

Questão das viaturas não tem data para resolução

O primeiro contrato de locação das 300 viaturas usadas pelas Polícia Civil e Militar e outros órgãos do aparelho de segurança do Rio Grande do Norte foi aprovado em 19 de maio de 2009 pelo Conselho de Desenvolvimento do Estado (CDE), no valor de 6.584.400,00. Em 28 de maio do ano passado, o mesmo CDE aprovou o aditivo ao contrato original, renovando-o por mais um ano, no valor de R$ 6.945.876,00, dos quais R$ 2.894.115,00 deveriam vir de fontes de recursos do Orçamento Estadual para 2011.

Até ontem à tarde, a empresa pernambucana Locação de Veículos e Serviços Ltda ainda não havia recebido um posicionamento concreto do Governo do Rio Grande do Norte sobre o pagamento dos quase R$ 3 milhões em atraso, de acordo com o gerente de transportes da empresa no Estado, Wagner Douglas, que continua esperando a ação do Governo.

A reportagem manteve contato no fim da tarde de ontem com o comandante-geral da Polícia Militar no RN, coronel Francisco Araújo Silva. Por telefone, ele informou que não havia sido comunicado ainda sobre a decisão da Locavel e que não iria se pronunciar sobre o assunto até ser informado oficialmente pela empresa.

O comandante lembrou que existem outras viaturas à disposição da Polícia Militar, mas reconhece que a retenção dos veículos locados pelo governo representaria um grande prejuízo à segurança. “Eu não vou comentar o assunto porque não recebemos o comunicado da empresa”, resumiu o comandante da PM.

O secretário da Segurança Pública e da Defesa Social do RN, Aldair Rocha, também foi procurado para se manifestar sobre o assunto, mas segundo informaram seus auxiliares, estaria fora do estado, a trabalho.

Já o secretário-adjunto da Segurança Pública, Silva Júnior, estava em reunião até o encerramento dessa reportagem (18h30) e não atendeu às ligações. Até o fim da apuração da reportagem foram feitos dois contatos, sem sucesso.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Defesa Civil do estado faz recomendações para evitar calamidade em Pau dos Ferros

A Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania e a Comissão Estadual de Defesa Civil do Rio Grande do Norte apresentaram na tarde de ontem o relatório das áreas de risco de inundações nos municípios de Mossoró, Assu e Pau dos Ferros.

Além de constatar áreas que poderão ser afetadas pelas fortes chuvas, o relatório aponta as medidas necessárias a serem executadas por municípios e órgãos públicos para minimizar os efeitos de possíveis desastres naturais e atender desabrigados.

Segundo o relatório, no município de Pau dos Ferros há risco de inundações com a sangria da barragem nas localidades de Pedra Azul, nas margens dos açudes Ligeirinho e 25 de Março, no Centro da Cidade e das construções próximas ao leito do Rio Apodi-Mossoró.

A Defesa Civil considera primordial a criação do Conselho Municipal de Defesa Civil - COMDEC, a elaboração dos Planos de Contingenciamento de enfrentamento às enchentes e secas, cadastramento das residências em áreas de risco, solicitação de lauto técnico ao DNOCS sobre as condições de segurança da parede da Barragem de Pau dos Ferros - que acumula 47% de sua capacidade, desassoreamento dos canais de sangria do açude Ligeirinho e do leito do Rio Apodi-Mossoró.

O secretário de Estado da Justiça e da Cidadania, Thiago Cortez, explicou que a Defesa Civil estadual faz um trabalho preventivo e educativo sobre os riscos de calamidades e notifica órgãos públicos para promover reparos e tomar medidas necessárias para evitar ou minimizar os problemas.

Governo conta com vitória do mínimo de R$ 545 na tarde desta quarta-feira no Senado

Na tarde desta quarta-feira (23), a coalizão que apóia o governo da presidente da República, Dilma Rousseff, enfrentará seu primeiro grande teste no Senado: a votação do projeto de lei (PLC) 1/2011, que fixa em R$ 545 o salário mínimo para o ano de 2011. A expectativa dos governistas, e até da oposição, é que a matéria passará sem dificuldade, assim como ocorreu na Câmara dos Deputados, na semana passada.

O líder do PT e do bloco de apoio ao governo (PT, PR, PDT, PSB, PCdoB e PRB), senador Humberto costa (PE), disse esperar que tanto o bloco quanto outros partidos que apoiam o governo votem unidos em favor da proposta. Ele contabiliza entre 54 e 60 votos favoráveis aos R$ 545 - incluído aí o voto do senador Paulo Paim (PT-RS), que tem feito gestões em torno de uma alternativa ao PLC 1/2011. Como o bloco de apoio tem 30 senadores, os votos restantes deverão vir de partidos que fazem parte da coalizão, mas não estão integrados num bloco específico no Senado, como o PMDB, que tem 20 senadores.
- Sabemos como será o resultado da votação no Senado Federal, assim como sabíamos qual seria o resultado da votação na Câmara dos Deputados - afirmou Paim, em entrevista coletiva após a reunião com as centrais sindicais, na tarde desta terça-feira (22). Ele não quis, entretanto, adiantar como votará.
- O governo tem maioria esmagadora. Há solidariedade ao governo; certamente seremos derrotados, mas manteremos nossa posição - afirmou, por sua vez, o líder do PSDB, senador Alvaro Dias (PR).
Os vários acordos costurados devem resultar num bloco governista coeso, fechado e confiante na aprovação do valor desejado pelo Planalto. E a presidente Dilma tem pressa: requerimento de urgência apresentado pelo líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR), tirou a matéria do âmbito da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e a levou direto para o Plenário, sendo o voto do relator - o próprio Jucá - contrário às quatro emendas apresentadas pela oposição.
Uma dessas emendas, apresentada por Alvaro Dias (PSDB-PR), impede que o reajuste do mínimo se dê por decreto presidencial. Ele também é autor da emenda que coloca o mínimo no patamar de R$ 600. As outras duas são encabeçadas por Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), que propõe o mínimo de R$ 700 e o reajuste escalonado de até 100% do salário mínimo até 2015, tendo como base cálculos do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócioeconômicos (Dieese).
Por solicitação das centrais sindicais, o PSDB também apresentará no Plenário emenda segundo a qual os aposentados que ganham acima do salário mínimo receberão reajuste equivalente a 80% da variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes, mais a inflação do ano anterior. A mesma política de valorização já é prevista para os trabalhadores da ativa, mas com reajuste de 100% da variação do PIB.
O PSDB também apresentará emenda que exclui o artigo 6º do PLC 1/11, por entender que o dispositivo trata de matéria tributária, o que não poderia ser tratado no mesmo projeto.
Antes de votar o mérito do projeto, contudo, a oposição deve insistir no ponto levantado pelo líder do PPS, senador Itamar Franco (MG), segundo o qual o requerimento de urgência para votação em Plenário deveria ter sido votado de maneira nominal, uma vez que não haveria acordo dos líderes de partidos acerca da sua necessidade.

Milena Galdino, Paulo Sérgio Vasco, José Paulo Tupynambá e Nelson Oliveira /

Fonte: Agência Senado

Professor de francês é preso por tentativa de estupro

João Xavier de Lima, 30 anos, professor de francês da Fundação de Apoio ao Instituto Federal do Rio Grande do Norte (Funcern), foi preso em flagrante na tarde da última segunda-feira, acusado de tentar estuprar uma menina de 10 anos, no bairro de Nova Descoberta, Zona Sul de Natal. A vítima relatou ter sido abordada por volta das 12h30, quando voltava da escola. Ela conta que João perguntou o nome da rua, depois pediu para dar um beijo na cabeça dela e logo em seguida a agarrou pelas costas. "Como ele estava segurando uma sacola na outra mão, quando ele abaixou para me agarrar, caiu. Eu fui correndo para casa", explicou a menina.

Segundo a mãe, relato da estudante levou polícia a prender educador em flagrante Foto: Eduardo Maia/DN/D.A.Press

A mãe da vítima disse que ela chegou muito apavorada em casa, chorando e dizendo que um homem teria tentado agarra-lá. A menina descreveu fisicamente o acusado e disse em detalhes a roupa, inclusive, ressaltando um chapéu que ele usava. "Ela chegou muito nervosa aqui. Sai para tentar encontrar esse homem. Meu vizinho viu e foi no carro comigo. Encontramos ele na parada de ônibus", disse. Ao ser abordado o professor negou que tivesse praticado qualquer ato contra a garota e entrou no ônibus. A mãe seguiu o transporte até shopping Midway Mall, onde pediu ajuda a uma guarnição da Polícia Militar. O ônibus foi interceptado e o professor foi conduzido até a Delegacia Especializada no Atendimento à Criança e ao Adolescente (DCA).

A titular da DCA, Adriana Shirley, afirma que a vítima descreveu com detalhes o acusado e confirmou todas as informações que disse para mãe. "Em depoimento, ele negou as acusações feitas pela menina", declarou a delegada dizendo que, após ter sido feito o flagrante, o professor conversou com um advogado e pediu para mudar o depoimento. "De forma não oficial, pois esse depoimento ele só vai mudar na Justiça. Ele disse que parte das coisas ditas pela menina era verdade", explicou Adriana Shirley. Dentro de 10 dias, a delegada deverá remeter o inquérito à Justiça.

Por meio de sua assessoria, a Funcern informou que o professor sempre teve uma boa conduta. A Fundação deve esperar ser comprovada a participação de João no crime para poder tomar as devidas providências. As aulas de francês eram ministradas para alunos de várias idades, desde adolescentes até idosos.
Fonte: Diário de Natal

Inspeção - TJ determina suspenção de contrato

O contrato de concessão firmado entre o governo do Rio Grande do Norte e o Consórcio Inspar, que regulamentava a inspeção veicular no estado, foi suspenso ontem por determinação da juíza Valéria Maria Lacerda Rocha, da 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Natal. Na decisão a juíza determinou ainda que o Consórcio Inspar devolva o dinheiro de quem já havia pago pelo serviço.

Com a decisão, os proprietários de veículos incluídos na frota-alvo do Plano de Controle de Poluição Veicular (PCPV) e do Programa de Inspeção e Manutenção de Veículos em Uso (I/M) não serão submetidos à inspeção veicular e à implantação do selo de fiscalização, bem como ao pagamento de quaisquer valores a este título até o julgamento final da ação. A juíza determinou ainda que o Consórcio Inspar efetue a devolução do pagamento das tarifas recebidas a título de inspeção veicular e pelo selo obrigatório, devidamente corrigidos e com juros legais.

Em entrevista ao Diário de Natal, o advogado do Consórcio Inspar, José Augusto Delgado, afirmou que vai estudar a decisão da juíza para entrar com o recurso cabível dentro do prazo legal. "O recurso é o curso normal do processo", disse. Sobre o montante que a empresa terá que devolver aos proprietários de veículos que já teriam pago pelo serviço de inspeção veicular, o advogado afirmou que não sabia e que a empresa o informou apenas de que o dinheiro já estava sendo devolvido, antes mesmo da decisão judicial.

Fonte: Diário de Natal

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

MINISTRA PEDE AFASTAMENTO DE POLICIAIS QUE DESPIRAM ESCRIVÃ À FORÇA

A ministra de Direitos Humanos, Maria do Rosário, acompanhou as imagens divulgadas pela Band de uma escrivã despida à força por policiais de São Paulo, durante uma revista à procura de uma suposta propina. Ela defende o afastamento imediato dos policiais que aparecem no vídeo.

Em entrevista à BandNews FM, Maria do Rosário diz que o vídeo não deixa dúvidas de que houve abuso por parte dos policiais.

Segundo ela, a Secretaria prepara uma nota que será encaminhada à Polícia e ao governo de São Paulo pedindo punição exemplar ao envolvidos.

Alckmin

Mesmo com o caso encerrado pela Corregedoria e pelo Judiciário, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, mandou investigar as imagens.

A ex-escrivã responde a processo criminal por concussão, que é a corrupção praticada por funcionário público. Já o processo por abuso de autoridade contra os delegados Eduardo Henrique de Carvalho Filho e Gustavo Henrique Gonçalves foi arquivado. Tanto o Ministério Público, quanto a Justiça, consideraram legal a ação dos policiais da Corregedoria.

Fonte: Band