segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

ADUERN quer mais empenho nas investigações da morte do professor Carlos Magno

 

A Associação de Docentes da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (ADUERN) pretende pressionar a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SESED) do RN para dar maior atenção à investigação sobre a morte do professor Carlos Magno Viana Fonseca. Ele foi encontrado morto, carbonizado, na cidade de Doutor Severiano, encontrado carbonizado no dia 21 do mês passado. O caso seria investigado por um delegado especial, mas ainda não houve uma definição quanto a isso.
Segundo matéria publicada no jornal De Fato, o presidente da Aduern, professor Flaubert Torquato, afirmou que irá tratar o tema durante a plenária que será realizada na próxima quarta-feira. A princípio, ele acredita que deverá ser encaminhado um documento à Sesed pedindo mais empenho na investigação. Devido à gravidade do crime (a vítima foi carbonizada dentro do seu carro), foi cogitada inicialmente a possibilidade de um delegado ser designado para investigar o crime em caráter especial. Passados mais de 10 dias após o crime, essa possibilidade ainda não se concretizou e ainda não há delegado especial.
O caso está sendo investigado pelo delegado regional de Pau dos Ferros, Inácio Rodrigues de Lima, que acumula a função de delegado em mais de 15 cidades situadas na região Alto Oeste. Ao DE FATO, o delegado afirmou ontem que a investigação está sendo realizada, apesar da falta de condições necessárias (a Polícia Civil trabalha de maneira extremamente precária no interior do RN). Ele adiantou que várias pessoas já prestaram depoimento sobre o caso e que algumas diligências têm sido realizadas, mas não quis detalhar os passos que foram tomados. Disse apenas que está investigando o crime.
Flaubert Torquato disse ontem que estava aguardando a definição da Secretaria de Segurança Pública do RN quanto à nomeação do delegado especial. Ele ficou surpreso ao saber que a situação ainda não havia sido resolvida, mais de uma semana após o crime. "Nós achávamos que essa questão já havia sido definida e que um delegado especial já havia sido denominado. Diante disso, vamos tomar uma providência para cobrar maior empenho ao Governo", disse o professor, defendendo que um delegado seja designado para apurar o crime em caráter especial devido a sua gravidade.

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