quarta-feira, 28 de julho de 2010

Dr. Zé Júlio elege a Segurança Pública uma de suas prioridades.


Vítima de um seqüestro no ano passado, o candidato a deputado estadual pelo PT, Dr. Zé Júlio esteve discutindo sobre Segurança Público no Alto Oeste com o comandante do Sétimo Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Romualdo Faria, ocasião em que os dois se encontraram no município de Martins, na última terça-feira, dia 20 de julho. O candidato elegeu a Segurança Pública como uma de suas prioridades para quando chegar conquistar sua vaga na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, em 3 de outubro próximo.

Dr. Zé Júlio se deslocou até a cidade serrana de Martins para uma audiência no Fórum daquela Comarca, da qual Antonio Martins faz parte, para depor sobre o caso em que ele e mais três outras pessoas foram vítimas a apenas oito meses, em 17 de novembro de 2009, no trecho da BR que liga Campo Grande a Janduís.

Romualdo Faria comunicou que o governo do Estado, através da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED), vem promovendo uma descentralizando as ações. O tenente-coronel adiantou que Martins vai virar pilotão militar.

“A decisão da Polícia Militar em destacar novos homens foi mais do que acertada, só que precisamos aumentar ainda mais esse contingente de segurança em todos os municípios, e não só no Alto Oeste, mas em todas as regiões do Estado, para que cheguemos a um número razoável, mas também é preciso dar condições de trabalho, bons salários, infraestrutura e ascensão de carreira”, declarou Dr. Zé Júlio.

Ainda no mesmo dia, Dr. Zé Júlio se encontrou com o agente de inteligência da Polícia Civil, Thiago Aragão, oportunidade em que externou o interesse de fazer uma visita ao delegado Inácio Rodrigues de Lima Neto e demais colegas da 4 DRPC – Delegacia Regional de Polícia Civil, em Pau dos Ferros.

Dr. Zé Júlio vê a necessidade urgente de ampliar o efetivo militar e a estrutura em todo o Estado, dotando os municípios com armamentos tecnológicos, de ponta, treinamento e delegacias com infraestrutura e cadeias públicas, como forma de combater a violência.

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