sábado, 5 de dezembro de 2009

Lula reafirma na Alemanha que mercado interno levou Brasil a superar crise

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva atribuiu hoje (4) ao mercado interno a superação do Brasil diante da crise financeira internacional. Ele afirmou, durante discurso a empresários alemães e brasileiros em Hamburgo, na Alemanha, que pela predominância da teoria do Estado mínimo, o sistema financeiro se deslocou do sistema produtivo e passou a ganhar dinheiro com a especulação.

"Nós tinhamos o que o mundo rico não tinha, um mercado interno virgem e esse mercado interno sustentado pela parte mais pobre não permitiu que a economia brasileira tivesse o mesmo prejuízo que as outras economias", disse o presidente, justificando a "apologia do consumo" feita no auge da crise.

Ele afirmou ainda que o sistema financeiro estava com uma "doença quase esquizofrênica" e que quebra do Banco Lehman Brothers revelou sua fragilidade. Lula fez um apelo para que seja fechado o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul para consolidar a superação da crise econômica.

O presidente participa de almoço oferecido pelo prefeito de Hamburgo e em seguida retorna a Brasília


sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Polícia considera correta forma com que foi tratado caso de sobrinho da governadora

A polícia considerou correto a forma com que o caso envolvendo André Faria foi tratado. André é sobrinho da governadora Wilma de Faria.


O comandante de policiamento rodoviário estadual, tenente-coronel Ricardo Albuquerque, afirmou na manhã desta sexta-feira (4) que a polícia fez sua parte a respeito do caso envolvendo o jovem.

“A polícia de trânsito fez sua parte, diante da recusa do jovem em realizar o teste do bafômetro foi elaborado um auto de constatação e o rapaz teria sido encaminhado a delegacia, localizada na Escola Estadual Regulo Tinôco, para que a policia civil tomasse as devidas providencias", afirmou o comandante.

O delegado Elinaldo Jácome, que estava de plantão no momento do ocorrido, também afirmou que a polícia agiu certo. Segundo ele, neste, ou em qualquer outro caso, não haveria como realizar um flagrante se não havia sido feito o teste do bafômetro.


Sobre as ocorrências do primeiro dia de evento, coronel Ricardo considerou tranquilo. Segundo ele, 153 veículos foram abordados, cinco foram notificados e dois apreendidos. As apreensões aconteceram porque um motorista tentou furar o bloqueio da polícia, enquanto outro estava com o lacre da placa rompido. Além desses, cinco veículos foram notificados.

Foram realizados dez testes do bafômetros, onde dois casos de embriaguez ao voltante foram confirmados.

FONTE: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/policia-considera-correta-forma-com-que-foi-tratado-caso-de-sobrinho-da-governadora/133768

Sobrinho da governadora se nega a fazer o teste do bafômetro e é liberado em blitz


Um sobrinho da governadora Wilma de Faria foi barrado por volta das 0h de hoje em uma blitz de trânsito na saída do Carnatal. André Faria dirigia uma Ranger branca de placa MZG 2607 acompanhado do amigo Osvaldo Moura Neto, que é filho de um ex-corregedor da polícia. Depois de vários minutos de conversa os policiais convenceram André a se dirigir á delegacia de plantão que funciona na Escola Estadual Regulo Tinôco durante a festa.

A reportagem da TRIBUNA DO NORTE tentou acompanhar o procedimento mas foi impedida pelos policiais do local. O pai de André, que é ex-diretor do Detran, e assessores da governadora estiveram no local para resolver a ocorrência. André foi liberado após poucos minutos. Enquanto tentava registrar sua saída, o amigo Osvaldo tentou agredir o fotógrafo Rodrigo Sena.

O delegado de plantão, identificado como Elinaldo, não estava no local para prestar mais esclarecimentos sobre o procedimento que foi tomado. Na manhã desta sexta-feira (4) o escrivão da delegacia de plantão da zona Sul confirmou que a DP não recebeu nenhuma ocorrência de embriaguez ao volante, nem relacionada ao nome de André Faria.

FONTE: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/sobrinho-da-governadora-se-nega-a-fazer-bafometro-e-e-liberado-em-blitz/133755

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

RAFAEL FERNANDES CELEBRA MAIS UM ANO A FESTA DA SUA PADROEIRA SANTA LUZIA

De 04 à 13 de dezembro , acontece em Rafael Fernandes a festa da Padroeira Santa Luzia, que este ano celebra o tema: "Vivendo a Palavra, construindo comunhão", refletindo sobre o chamado, a eucaristia e a missão.

De acordo com a programação da festa, haverá caminhadas, novenas, alvoradas,várias celebrações eucarísticas, benção do santíssimo, quermesses, jantar de confratenização, barração de santa Luzia, batizados e um bingo em prol da capela.

Que Santa Luzia abençõe á todos!!!

Polícia Civil do Rio Grande do Norte encerram à greve



A Polícia Civil do Rio Grande do Norte volta aos trabalhos hoje. Por unanimidade, a categoria decidiu encerrar a greve que teve início na terça-feira (1). A decisão foi tomada em assembleia, na noite de ontem, na sede do Sinpol (Sindicato da Polícia Civil), no Centro da cidade. O governo do Estado se comprometeu a atender parte das reivindicações feitas pela classe trabalhadora e volta a se reunir com a categoria no dia 15 de janeiro de 2010. Na pauta, a reestruturação de plano de cargos e salários, aumento de efetivo e promoção automática.


Ficou acordado entre governo e representantes do Sinpol que em Natal, os presos, principal empecilho, dos agentes de polícia, passam a ser responsabilidade da Sejuc (Secretária de Justiça e Cidadania) e da Polícia Militar. O mesmo acontece em Parnamirim, porém, daqui a 15 dias. Em São José de Mipibu, Extremoz e Ceará Mirim a transferência ocorre, no máximo em 90 dias e nas Delegacias do interior, em até 120 dias.

As Delegacias Especializadas passam a funcionar em regime de 24 horas. “Estamos resgatando nossas funções”, afirma Wilma Marinho, presidente do Sinpol.

Na capital e região metropolitana, os presos flagranteados ou detidos por força de mandado de prisão são encaminhados de imediato para a Sejuc, já nas cidades interioranas, o prazo para a retirada de presos detidos, em flagrante, é até 120 dias.

Outra reivindicação que também será atendida pelo governo se refere à terceirização da limpeza das Delegacias. “Em março do próximo ano, a Degepol (Delegacia Geral da Polícia Civil) terá que contratar uma empresa para realizar a limpeza das DPs”, explica Francisco Alves, diretor do Sinpol.

Outro problema enfrentado pela categoria e que deverá ser resolvido no início do próximo ano é a questão do Ciosp (Centro Integrado de Operações da Secretária de Segurança Pública e Defesa Social. “O órgão, atualmente, fica sob o comando de um capitão PM e os agentes de Polícia estão subordinados a este capitão. “Será disponibilizado um local neutro, integrado, porém, cada setor terá sua coordenação. É um orgulho para todos nós sermos policiais. Estamos conseguindo o que o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) não conseguiu”, completa Wilma Marinho.

Senado Aprova PEC 41 que segue agora para a Câmara


No plenário do Senado acaba de ser aprovada, por unanimidade, a PEC 41, de autoria do senador Renan, que cria um piso salarial para policiais civis, militares e bombeiros militares em todo o Brasil. Na realidade, o projeto de Renan cria um fundo - com recursos também da União - para prover o piso salarial.

Para dar encaminhamento à votação, o autor da proposta, Renan Calheiros (PMDB-AL), subiu à tribuna para defender sua aprovação. “É evidente que a melhoria salarial dos profissionais de segurança pública terá um efeito instantâneo na carreira dos trabalhadores e na diminuição das taxas de criminalidade”, disse o líder do PMDB, para quem o Senado reconheceu o “mérito e a relevância” da matéria ao acelerar sua tramitação.

A aprovação da matéria recebeu apoio de diversos senadores, tanto da base quanto da oposição. “O que queremos é uma polícia corajosa, competente, aparelhada na inteligência. A inteligência evita muito crime, evita muito choque, e tem de ser exacerbadamente trabalhada pelos estados brasileiros”, disse o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), para quem a polícia não deve ser, no entanto, arbitrária a ponto de sair “atirando no jovem que correu porque ficou assustado com o carro”.

Após a votação no plenário do Senado Federal, a PEC segue para a Câmara dos Deputados onde seguirá idêntica tramitação. Todas as lideranças partidárias estão comprometidas em exigir de suas respectivas bancadas, naquela Casa, que a PEC também adquira a urgência-urgentíssima que recebeu no Senado.

Já existe entendimentos entre os parlamentares de todos os partidos para que a proposta da criação do piso salarial ainda seja votada em 2009.

Representantes das categorias beneficiadas, e provenientes de várias unidades da Federação, presentes nas galerias do Senado Federal, aplaudiram demoradamente a aprovação da proposta

Por enquanto as duas PECs tramitam naturalmente, havendo conflito ou união dos textos, iremos publicar no blog. Tudo pode acontecer.




quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Coronel da PM mostra-se contrário a UNIFICAÇÃO DA POLÍCIA MILITAR e CIVIL na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado.

É preciso avaliar a segurança pública antes de propor mudanças, diz representante da PM


Antes de implementar medidas como a unificação das polícias civil e militar, é necessário colocar em prática um sistema de avaliação para todo o quadro de segurança pública do país, capaz de indicar onde estão seus "gargalos". Foi o que afirmou nesta terça-feira (1º) o coronel da Polícia Militar Abelmídio de Sá Ribas, presidente da Associação dos Oficiais Militares Estaduais do Brasil, durante audiência pública realizada no Senado.

O debate foi promovido pela Subcomissão Permanente de Segurança Pública, que está vinculada à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado. A subcomissão é presidida pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), autor da proposta (PEC 21/05) que permite a unificação das polícias civil e militar.

Abelmídio lembrou que o sistema de segurança pública é composto não apenas pelas polícias, mas também pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário. E, em seguida, argumentou que "é necessário pensar no sistema como um todo, e não somente nas instituições policiais, como se estas fossem as únicas da estrutura de segurança pública ou como se fossem as principais culpadas por tal sistema não atender as expectativas". Ele disse ainda que não se pode afirmar que um órgão seja melhor ou pior que os outros, "pois não há parâmetros para isso".

- É preciso aferir o desempenho e os resultados desses órgãos para, só então, promover mudanças - argumentou ele, acrescentando que "até hoje nunca se fez uma avaliação da segurança pública como um todo".

Como exemplo da necessidade de dados mais rigorosos, ele afirmou que, apesar de a Polícia Federal "ser considerada pela população a melhor polícia do mundo", é a Polícia Militar quem mais apreende drogas e armas no país, seguida pela Polícia Civil.

- Mas, estimuladas pela mídia, as pessoas preferem a Polícia Federal - disse.

Constituição

Tanto Abelmídio quanto os outros dois convidados para a audiência - Elias Miler, coronel da reserva da Polícia Militar, e Pedro Queiroz da Silva, vice-presidente da Associação Nacional de Praças Policiais Militares e Bombeiros Militares - foram contra a "desconstitucionalização" das polícias civil e militar - medida prevista na proposta de Tasso Jereissati.

Como é a Constituição que determina a existência dessas duas polícias, é necessário alterá-la para permitir que os governos estaduais optem pela unificação ou não desses órgãos, conforme propõe a PEC 21/05.

Segundo Elias Miler, o artigo constitucional que prevê essas polícias é necessário porque "oferece parâmetros" e evita, por exemplo, "que um governador decida pela unificação e, em seguida, seu sucessor decida por duas polícias". O senador Romeu Tuma (PTB-SP), que foi o relator anterior da proposta, também é contra a "desconstitucionalização".

- Se isso ocorrer, será difícil manter a uniformidade das atividades - argumentou ele.

Em resposta, Jereissati disse que a alteração da Constituição é necessária "para levar a questão a outro nível de legislação, seja a complementar ou a ordinária, que permitirá discutir diversos itens".

- Sem alterá-la [a Constituição], nenhum governador poderá fazer nada diferente do que já está escrito - argumentou.

O assunto continuará a ser debatido nesta quarta-feira (2). Foram convidados para a segunda audiência o ministro da Justiça, Tarso Genro; o presidente da Associação dos Agentes de Polícia Civil do Distrito Federal, Alexandre Ribeiro Sarmento; e o presidente da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal, Sandro Torres Avelar.


Fonte: Agência Senado

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Filme sobre a história de Lula



Filme sobre o presidente Lula

em>"Lula, O Filho do Brasil"A história de um homem comum, sua família e a extraordinária capacidade de superar dificuldades.Com direção de Fábio Barreto (O Quatrilho), e baseado no livro homônimo de Denise Paraná, Lula, o Filho do Brasil traz para as telas o percurso de Luiz Inácio Lula da Silva, do seu nascimento, em 1945, até 1980, quando era um líder sindical consagrado. A data marca também a morte de uma pessoa extremamente influente em sua vida e em sua forma de pensar: Dona Lindu (Eurídice Ferreira de Mello), que criou oito filhos, sozinha, e tinha como lema "Nesta família ninguém vai ser ladrão ou prostituta". E cumpriu.
Fonte: blogdogecildo

Unificação das polícias civil e militar será tema de audiências no inicicio desta semana.



A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que permite a unificação das polícias civil e militar voltou a ser discutida pelo Senado. A Subcomissão de Segurança Pública anunciou nesta terça-feira (24) que realizará duas audiências públicas sobre a matéria, previstas inicialmente para o dia 1º (terça) e 2 de dezembro (quarta).


A subcomissão - que está vinculada à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) - é presidida pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), autor da proposta (PEC 21/05).

Esse texto permite que cada estado decida se as duas polícias continuarão separadas ou se serão unificadas. Em 2007, porém, o então relator da matéria, senador Romeu Tuma (PTB-SP), propôs a rejeição da PEC. Na ocasião, representantes das duas polícias também se manifestaram contrariamente à matéria, que acabou sendo retirada da pauta da CCJ.

Na reunião desta terça, tanto Jereissati como o presidente da CCJ, Demóstenes Torres (DEM-GO), defenderam a aprovação da proposta, que agora terá como relator o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE).

Demóstenes afirmou que "o sistema atual, dividido entre as polícias civil e militar, falhou". Ele também criticou o pleito de que elas ganhem maior autonomia. O senador disse ainda que, "na última vez em que tentamos votar essa PEC, a polícia civil e a polícia militar invadiram a Casa e os senadores ficaram amedrontados".

- Na próxima vez em que formos votá-la, precisaremos fazê-lo de forma destemida - declarou o presidente da CCJ.